A Nova Ordem Capitalista

A Exclusão

Quando se analisa a consolidação do Estado de Bem Estar Social no período pós-guerra em resposta à “ameaça comunista” oferecida pela ex-URSS, parece-nos lógico que a guinada político-ideológica em direção ao neoliberalismo — sob os auspícios do Consenso de Washington — tenha se dado em pleno declínio, a olhos vistos, do grande império soviético socialista. A URSS já dava sinais de declínio na década de 70 com sucessivas e dispendiosas derrotas militares no Afeganistão e descia ladeira abaixo desde a eleição de Gorbachev em 85, culminando em sua dissolução em 1991. Por outro lado, no Ocidente, a década de 80 se iniciava com a eleição Margaret Thatcher em 1979 e com o ex-ator Ronald Reagan com seu vice George W. Bush pelo partido republicano em 1980. Iniciava-se, então, um projeto muito bem elaborado frente ao novo cenário: a eliminação sistemática do Estado de Bem Estar Social e a proteção estatal das elites mundiais para lhe garantir os ganhos em escala na exploração do sistema.

Ambos, Thatcher e Reagan permaneceram toda a década de 80 no poder, moldando e consolidando a ideologia que iria comandar o mundo ocidental e os países em desenvolvimento até o século XXI. Ambos, embora de forma mais incisiva Thatcher, foram influenciados pelos pensamentos de Friedrich Von Hayek, pensador alinhado à Escola Austríaca de Economia. Recursos vultosos foram gastos na propagação dos ideais que couberam a eles disseminar, seja na própria propaganda governamental (a despeito das crises e protestos das classes trabalhadoras da Europa e EUA), seja nos financiamentos milionários de Think Tanks para a formação de replicadores ideológicos nos países de interesse dos EUA e Reino Unido.

Ao final de seus respectivos mandatos, como que para garantir a continuidade de seus feitos, o grupo de Bancos que comandava as finanças internacionais (FMI, BID e Banco Mundial) formulou uma espécie de “cartilha” sem caráter deliberativo, que orientava os países da América Latina políticas sócio-econômicas para que saíssem da crise em que se encontravam. Esse encontro ficou conhecido informalmente como Consenso de Washington e ocorreu em meados de 1989, patrocinado pelo Institute for International Economics. A década de 90 se inicia sob uma nova matriz geopolítica gestada, formulada e implementada ao longo de uma década inteira.

Nada ilustra melhor o que aconteceu de concreto nesse período do que o gráfico publicado pelo economista francês Piketty em seu livro O Capital no Século XXI, onde se relaciona ao longo dos anos o quanto os 10% mais ricos detiveram de participação na renda nacional dos EUA:

Nota-se que de 1910 a 1939, ou seja, no ano do início da 2º Grande Guerra, e a despeito da Grande Depressão de 1929, os 10% mais ricos dos EUA detinham entre 40 a 45% da renda nacional. No período pós-guerra, porém, de 1945 até 1980, os 10% mais ricos concentravam não mais do que 35%. Essa queda ilustra o período da política de Bem Estar Social promovida pela alta industrialização e consumo de massa do período.

Por outro lado, nota-se também que é a partir de 1980, com a chegada dos conservadores ao poder e uma conjuntura de aumento do custo do petróleo internacional promovida pelas crises de 73 e 79 (ao todo, um aumento de mais de 750%) a concentração de renda superou os números do início do século XX, chegando aos 50% antes da crise de 2008.

Comparando com outros países, apesar da semelhança clara dos EUA e Reino Unido, podemos notar que França e Suécia não seguiram o mesmo caminho, diminuindo a concentração de renda na mão dos 10% mais ricos no período neoliberal. Já o Brasil, entre esses, só aumentou a concentração (uma das maiores do mundo) no último decênio[i].

O documento publicado pelo Consenso de Washington à época, de autoria de John Williamson inspiraria aqui no Brasil documento semelhante publicado pela FIESP em 1990, acrescido das orientações do Banco Mundial publicadas em 1989 direcionadas exclusivamente ao Brasil, o qual recomendava nossa inserção internacional através da valorização da agricultura de exportação. Estava inaugurado o Agronegócio brasileiro incentivado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Sim, não erramos na pesquisa, foi isso mesmo: uma federação de indústrias recomendando o retorno da exploração agrícola no país que estava se industrializando desde a década de 30.

Basicamente, o paper publicado sob o nome informal de Consenso de Washington gira em torno de três planos fundamentais, segundo o próprio Williamson:

1) Plano Macroeconômico: austeridade e esforço pelo equilíbrio fiscal e redução de déficit do Estado, o que passa por reformas profundas previdenciárias, fiscais, privatizações indiscriminadas e drástica redução de gastos públicos.

2) Plano Microeconômico: desregulamentação do mercado, desoneração e abertura ao fluxo de capital internacional, o que implica em reformas trabalhistas, flexibilização nos contratos de trabalho, perda de direitos históricos adquiridos e redução salarial.

3) Plano Estrutural ou Institucional: abandono do modelo de substituição de importações e alinhamento às supostas vantagens naturais competitivas de cada pais. Ou seja, que cada país latino-americano se transforme em uma monocultura desindustrializada para atender ao mundo desenvolvido em clara desvantagem e dependência.

Esse consenso esteve em vigor até meados de 2010, sendo abraçado por partidos tanto de esquerda, quanto liberais ou conservadores. Afinal é um consenso e consenso é para todos. Se até meados de a década de 70 o modelo de desenvolvimento se focava na inclusão de massas trabalhadoras na indústria de consumo de massa para bancar um estado blindado contra a ameaça comunista, depois de Washington, a pedra de torque da nova ordem capitalista foi a precarização sistemática do emprego e dos salários, garantindo os ganhos e a concentração de renda da parcela mais rica da população mundial:

Os resultados do neoliberalismo na América Latina, apesar dos esforços dos meios de comunicação em só mostrar os aspectos considerados positivos, não podem deixar de ser vistos como modestos, limitados que estão à estabilização monetária e ao equilíbrio fiscal. Miséria crescente, altas taxas de desemprego, tensão social e graves problemas que deixam perplexa a burocracia internacional baseada em Washington e angustiados seus seguidores latino-americanos. (BATISTA, 2009, p. 147)

A nova ordem capitalista

Chegara, como previu Fukuyama já no início dos anos 90, o “FIM DA HISTÓRIA”. Sob a matriz neoliberal o mundo começava a se enxergar distópico e destinado a uma única estética: a capitalista. Foi o que Mark Fisher conseguiu nos traduzir em seu icônico livro “O Realismo Capitalista”, pois como nos mostra o subtítulo, passou a ser “mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo”. Mas nunca se tratou apenas de um novo modelo ou matriz econômica. Precisou tratar-se também de um novo tipo de cidadão a ser criado. Sob a nova ordem capitalista iniciada nos anos 80 do século XX foi empreendida uma engenharia social de alta eficiência, tornando o ser humano adestrado a aceitar seu destino sob os desígnios de um Estado a serviço do capital transnacional.

Talvez, e isso é importante ressaltar, o capitalismo logrou fazer o que Lênin foi relutante em conseguir desde o início da Rússia revolucionária: formar uma vanguarda ideológica que direcionasse a classe trabalhadora a tomar consciência de sua situação histórico-social. O neoliberalismo logrou exatamente o contrário: formou uma vanguarda neoconservadora (think tanks, mídia corporativa e políticos financiados pela iniciativa privada) para consolidar e dirigir a insatisfação operária rumo à desesperança, amortecimento, alienação e uma promessa constante, individualista e falsa de sucesso através do próprio esforço. A relutância e o deslumbramento de Lênin acerca dos Soviets logo foram vencidos no interior do partido Bolchevique, cedendo para a ideia de que as massas deveriam ser guiadas em sua espontaneidade. A “Vanguarda Capitalista” talvez tenha aprendido que esse direcionamento de consciência não pode ser feito com mão-de-ferro, mas deve aparecer como obra e fruto inexorável da própria realidade concreta, mesmo que ela seja falseada por uma Matrix neoliberal: o Realismo Capitalista de Mark Fisher.

Esse novo homem, fruto da engenharia social neoliberal, tem duas dimensões que são dignas de nota: por um lado ele se apresenta passivo e apático, embora se designe democrático ou liberal (talvez por isso mesmo). A democracia liberal burguesa foi pródiga em estabelecer um relativismo radical de toda e qualquer opinião: o direito a opinião (seja ela absurda, desumana, genocida ou fascista) precisa ser respeitado numa falsa equivalência entre qualquer opinião, não importam suas bases ou justificativas.

Por outro lado, esse homem também é reacionário e agressivo, embora possa se designar nacionalista ou tradicional. Despreza a democracia, tem uma crítica contundente contra a modernidade e ao próprio capitalismo, porém não enxerga o sistema como um mal em si: ele prega sua submissão a princípios tradicionais de honra, moral e religiosidade, sob uma rígida hierarquia e centralidade que enxerga como desdobramento de uma ordem superior e espiritual. Entre o amortecido e o reacionário, o Realismo Capitalista triunfa e parece ter eliminado a força social transformadora dos indignados, proscritos ideologicamente por ambos na arena política atual.

O que essas personalidades, aparentemente díspares, têm em comum no que subjaz na engenharia social empreendida pelo neoliberalismo? Ambos perderam sua identidade de explorados. Em ambos desapareceu qualquer resquício de consciência de sua posição social, sua classe. Se até os anos 90 a divisão social se apresentava pela distinção entre aqueles que exploram e aqueles que são explorados, a massificação da ideia de que a concentração de renda mundial não tem a ver com o sistema, mas sim com o esforço individual, oportunidade e caráter pessoal, irá criar outra divisão mais perniciosa, cuja concretude parte, exatamente, da criação de uma falsa consciência: os incluídos e os excluídos. Não se trata mais, a partir daí, de quem explora e quem é explorado, mas se estão incluídos ou excluídos no sistema. O movimento das pessoas em busca de acesso se opõe ao que o sistema precisa: excluir para prosperar.

Essa nova ordem capitalista está para além do neoliberalismo, embora seja fruto direto dele. Enquanto explorado, o homem médio sempre pôde aspirar duas coisas: usar e crescer dentro do sistema até se tornar explorador (estatisticamente quase impossível, apesar da falsa consciência criada), ou lutar para eliminar a exploração do sistema, transformando-o revolucionariamente. Cada vez mais, no franco desenvolvimento dessa falsa consciência, mudando de explorado para excluído, todos perderam a dimensão do que podem aspirar: seu desejo se resume à inclusão no sistema a todo custo ou a aceitação amortecida da precariedade como modo de vida.

Cada vez mais os desejos e aspirações presentes entre excluídos e incluídos se distanciam. Os incluídos fazem parte de um mundo cujas necessidades e aspirações se tornam cada vez mais inalcançáveis aos excluídos. Enquanto desfrutam de uma formação tecnológica e educacional que aprimora a gestão do sistema, os excluídos têm suas aspirações minadas constantemente por um Estado a serviço das elites oferecendo péssimas condições de acesso básico, tudo isso muito bem ocultado por um regime democrático representativo. Sequer os excluídos são capazes de compreender as novas aspirações dos incluídos, já que lhes faltam referências de dentro do próprio sistema para aspirarem algo para além da mera inclusão. E assim as distâncias se radicalizam em níveis cada vez mais impossíveis de se intercambiarem.

Os incluídos formam uma elite de “capitães do mato” com acesso privilegiado, cada vez mais munidos da falsa consciência de provedores e mantenedores do próprio sistema que os explora. Eles não se veem como explorados, mas peças fundamentais, importantes… E são, embora também sejam explorados. O capitalismo está a construir autômatos de carne e osso que mantém o sistema funcionando enquanto excluiu e elimina os inúteis através do Estado: Necropolítica. A dimensão identitária racial é parte integrante e fundamental desse processo, se tornando critério desta divisão.

É nesse momento que é preciso ouvir as palavras de Alfredo Maria Bonanno, anarquista italiano e teórico do anarquismo insurrecional:

“O mundo de hoje, baseado na tecnologia da informação, sabe perfeitamente bem que nunca poderá levar a máquina ao nível do homem, porque nenhuma máquina jamais será capaz de fazer o que um homem pode. Portanto, estão rebaixando o homem ao nível da máquina. Eles estão reduzindo sua capacidade de compreensão, nivelando gradualmente sua herança cultural ao mínimo absoluto e criando nele desejos uniformes.” (BONANNO, 1993)

A eliminação da herança cultural e de toda dimensão humana no cativeiro da razão calculante e instrumental, é um processo que se deu desde a modernidade, desde o Iluminismo, mas nos reserva nas próximas décadas algo imprevisível e assustador. Heidegger já havia nos tirado a ilusão de que a Técnica se colocava diante de nós meramente como “agenciamento de meios para consecução de fins”. Ao agente, quando de posse da técnica, é exigido o total comprometimento de seu SER, por definição aberto e indeterminado, que passa a mero Ente: é a “entificação” do Ser. Isso significa que o homem instrumentaliza os meios através da tecnologia e se instrumentaliza na operação e uso dessa tecnologia, produzindo não apenas os fins desejados, mas a si mesmo e suas relações. Eis do que Bonanno fala.

Para onde podemos ir?

Imagine então para onde irá a humanidade divida entre os incluídos autofabricados pelo mundo da técnica ao seu dispor e os excluídos, inúteis ao sistema? Horkheimer e Adorno pode nos esclarecer melhor:

Quando o desenvolvimento da máquina já se converteu em desenvolvimento da maquinaria da dominação — de tal sorte que as tendências técnica e social, entrelaçadas desde sempre, convergem no apoderamento total dos homens — os atrasados não representam meramente a inverdade. Por outro lado, a adaptação ao poder do progresso envolve o progresso do poder, levando sempre de novo àquelas formações recessivas que mostram que não é o malogro do progresso, mas exatamente o progresso bem-sucedido que é culpado de seu próprio oposto. A maldição do progresso irrefreável é a irrefreável regressão. (HORKHEIMER e ADORNO, 1985, p. 46)

São relatos que perfazem a história do século XX, diagnosticando o que vem acontecendo diante de nós, e não há quem se detenha e não se insurja contra isso. A questão é o quanto, hoje, o Capitalismo se constitui o grande determinante antropossocial que exclui da sociedade e dos homens quaisquer possibilidades de se pensar algo ou agir para além dele, transformado na consciência absoluta e inescapável de toda realidade possível. Esqueçamos o futuro. Ele já está dado e consumado; eis o fim da História.

A submissão involuntária do SER promovida pela Técnica a serviço do Capital está reduzindo o homem a mero instrumento de algo abstrato, sem vontade própria e alimentado por seus próprios protagonistas. Ao se tornar coisa o ser humano vai a cabo e deixa de existir como tal. Transforma-se em mero objeto sem um sujeito, peça do sistema, da estrutura, da sintaxe[i]: o abstrato tornado autopoiético, tal como ele exige que nos tornemos: coisa abstrata, funcional e autopoiética presa a uma sintaxe absoluta. A autopoiese[ii], característica de todo organismo vivo, não pode prescindir da capacidade singular humana de se produzir para além das sintaxes a que pertence. Deixar de pensar o Capitalismo é atestar a vitória da nadificação em todas as suas possíveis dimensões e determinar a morte da própria Sociedade.

A Filosofia que pensar a realidade sem problematizar o que ao homem é dado em sua possibilidade estará fadada ao colapso junto com a Sociedade. O pensamento Filosófico, talvez, seja o único capaz de ajudar o homem a transcender-se, resgatando-lhe o SER na práxis rumo à emancipação desse triste vaticínio.

Já não é necessário que o mundo se divida em dois blocos opostos. O novo imperialismo capitalista é de tipo administrativo. Seu projeto é administrar o mundo para um pequeno núcleo de incluídos às custas da grande massa de excluídos. (BONANNO, 1993)

Impedir esse distanciamento desumano do controle do conhecimento não se reduz a um pensamento revolucionário, mas a um pensar humano. Não há alternativas: ou nos apropriamos e democratizamos radicalmente a técnica a favor da humanidade, ou teremos que destruir sua aplicação no mundo para que ela não nos divida e elimine a humanidade que nos resta. Por qualquer um dos lados que podemos olhar, essas saídas emergem com vigor, tanto pela urgência quanto pela impossibilidade de qualquer conciliação possível com o estado atual das coisas. Não há a menor aspiração para que voltemos ao binômio explorador-explorado anterior. Na destruição da dicotomia incluídos-excluídos deve emergir novas relações verdadeiramente democráticas e diretas, horizontalizadas e, aí sim, coletivamente autopoiéticas e formadas pela liberdade individual de criar de cada membro, produzindo por associações livres para todos.


Notas de Fim

[i] Disponível em: https://wid.world/world/#sptinc_p90p100_z/BR;US;FR;GB;SE/last/eu/k/p/decennial/s/false/25.05225/60/curve/false/country

[ii] O termo “Sintaxe” aqui é usado no sentido figurado, enquanto componente do sistema que determina as relações formais de concordância, subordinação e ordem. Da mesma forma em que a sintaxe na linguística irá determinar cada elemento de uma frase dentro de uma estrutura, o sistema capitalista irá determinar pessoas a estarem dentro do sistema compondo e exigindo sua submissão ao que lhe dá sentido, sua sintaxe.

[ii] Autopoiese significa auto-produção, termo cunhado em 1974 pelos cientistas chilenos Humberto Maturana e Francisco Varela para definir a propriedade de sistemas que ao mesmo tempo são autônomos, dependentes e autorreferentes, produzindo continuamente a si mesmos na interação com o meio:

“Enquanto sistemas autopoiéticos, sistemas vivos são sistemas fechados em sua dinâmica de estados, no sentido de que eles são vivos apenas enquanto todas as suas mudanças estruturais forem mudanças estruturais que conservam sua autopoiese.” (MATURANA, 2001, p. 174)


Referências:

BATISTA, P. N. O Consenso de Washington: a Visão Neoliberal dos Problemas Latino-Americanos. In: (ORG), P. N. B. J. Paulo Nogueira Batista: Pensando o Brasil. Brasilia: Fundação Alexandre Gusmão, 2009. p. 115–161. In http://funag.gov.br/loja/download/331-Paulo_Nogueira_Batista_Pensando_o_Brasil.pdf — Acesso em 30/12/2020.

BONANNO, A. M. Anarchists in the Face of the New Capitalist Order. The Anarchist Library, n. 72, Maio 1993. In https://theanarchistlibrary.org/library/alfredo-m-bonanno-anarchists-in-the-face-of-the-new-capitalist-order — Acesso em 29/12/2020.

HORKHEIMER, M.; ADORNO, T. W. A Dialética do Esclarecimento — Fragmentos Filosóficos. Tradução de Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 1985.

MATURANA, H. Cognição, Ciência e Vida Cotidiana. Tradução de Cristina Magro e Victor Paredes. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001. ISBN 85–7041–249–5.

PEREIRA, L. D. D. O FIM DA HISTÓRIA E O ÚLTIMO HOMEM. E-Civita, Belo Horizonte, v. VII, n. 1, Junho 2014. In https://revistas.unibh.br/dcjpg/article/download/1240/696 — Acesso em 26/12/2020.

PIKETTY, T. O Capital no Século XXI. Tradução de Monica Baumgarten de Bolle. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca Ltda., 2013.

WIKIPEDIA FUNDATION. Crises do Petróleo, Florida, 2020. Disponivel em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Crises_do_petr%C3%B3leo>. Acesso em: 01 Jan 2021.


image_pdfPDF Exportarimage_printImprimir

Deixe um comentário...

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

%d blogueiros gostam disto: